Perfídia – Rio Preto recebe festival Festival de Performance e Novas Mídias

0
235
Perfídia - Rio Preto recebe festival Festival de Performance e Novas Mídias Mídias
Perfídia - Rio Preto recebe festival Festival de Performance e Novas Mídias Mídias

Rio Preto é  palco, em agosto, de um festival inédito na região. O evento  reúne artistas e coletivos que estabelecem o diálogo entre corpo e tecnologia nas suas criações. Trata-se do PERFÍDIA – Festival de Performance e Novas Mídias, que acontece entre os dias 10 e 13 de agosto. 

 A programação da primeira edição do PERFÍDIA foi  concebida a partir de curadoria feita pelos artistas Luciana Ramin e Otávio Oscar. Ela  envolve 15 apresentações, três palestras, três oficinas e 11 videoperformances. São 35 artistas e coletivos de vários Estados brasileiros e um artista do Equador.

 O PERFÍDIA envolve atividades no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto, Praça Cacilda Becker, Casa de Cultura Dinorath do Valle, Praça Dom José Marcondes, Sesc Rio Preto, Parque da Represa, Centro Cultural Vasco e Barteliê Gastrô.

A programação é gratuita, aberta ao público, exceto as noites no Barteliê, que  abriga a festa de abertura, com performances de DJs e VJs, e o #cabaréPerfídia, que conta com a presença do coletivo Animalia, agitadores da cena noturna da cidade de São Paulo.

 

Entre os destaques da programação estão as projeções do VJ Spetto, pioneiro no Brasil e especialista em videomapping, criador da videoarte da cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

 

A ExCompanhia de Teatro traz para o PERFÍDIA o espetáculo sensorial Frequência Ausente 19Hz.  A obra convida o público para uma experiência imersiva através de smartphones, áudio 3D e imagens digitais, explorando as potências únicas do site specific, em que a obra é adaptada ao contexto urbano de Rio Preto.

 

Artista internacional do PERFÍDIA, o equatoriano Gabriel Arroyo Galhardo traz para o festival a instalação performática METHAGONIA. Trata-se de  um experimento que reflete sobre o corpo como uma interface de interações com o espaço, a presença e as tecnologias do erro. O artista fará também uma oficina de criação de dispositivos sonoro-visuais através de circuit bending.

 

#perfídiaCOLAB e #perfídiaLAB

As atividades formativas da primeira edição do PERFÍDIA vão permitir aos artistas da região e ao público interessado o contato com processos criativos que abraçam a pesquisa sobre performance, tecnologias e novas mídias na composição de seus trabalhos.

 

Intitulado #perfídiaLAB, o módulo formativo do festival envolve três palestras e três oficinas, todas elas com participação gratuita. Entre os convidados está a peformer, pesquisadora e professora da UnB (Universidade de Brasília) Bia Medeiros, que coordena o grupo de pesquisa Corpos Informáticos.

 

Para participar das atividades formativas do festival, não é necessário inscrição prévia, mas quem quiser reservar sua vaga pode enviar e-mail com o assunto “RESERVA #perfídiaLAB” para o endereço festivalperfidia@gmail.com, com nome da oficina, nome completo e idade.

 

O festival também se configura como uma plataforma de criação coletiva. A abertura do festival será marcada pela apresentação do espetáculo Euterpe, um recital de piano aliado à projeção de vídeo e à dança. O espetáculo é uma criação colaborativa entre o pianista Luís Fernando Cirne (São Paulo) e o coletivo Agrupamento Andar7 ( Gabriel Diaz Regañon, Junior Lima e Luciana Ramin).

 

O PERFÍDIA – Festival de Performance e Novas Mídias é uma realização do coletivo Agrupamento Andar7 . Conta com o patrocínio da CAIXA, através do Programa Caixa de Apoio de Festivais, além das parcerias com a Secretaria Municipal de Cultura de  Rio Preto, do Centro Cultural Vasco e do Barteliê Gastrô.

 

Confira abaixo a programação completa e os perfis dos coletivos e artistas selecionados para a primeira edição do PERFÍDIA:

 

PROGRAMAÇÃO

 

QUINTA | 10 DE AGOSTO

 

19h

Vídeoinstalação interativa

Retinamérica

[Agrupamento Andar7]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: Vídeoinstalação interativa onde o público é co-criador da obra, manipulando imagens, reconstruindo-as e alterando-as em milhões de combinações visuais em tempo real, como um VJ (video-jockey). As imagens são iconografias dos países da América latina, embaladas por trechos de músicas populares e folclóricas.

 

20h30

Cerimônia de Abertura

Teatro Municipal

 

21h

Espetáculo de Abertura

Euterpe

[Luis Fernando Cirne (São Paulo-SP), Júnior Lima (São José do Rio Preto-SP) e Agrupamento Andar7]

Teatro Municipal

Sinopse: Produzido pelo Festival Perfídia através do #perfidiaCOLAB, o espetáculo é um recital de piano aliado a projeção de vídeo e dança, uma criação colaborativa entre o pianista Luis Fernando Cirne (São Paulo-SP) e o Agrupamento Andar7 com o dançarino Júnior Lima (São José do Rio Preto-SP) e os vídeo artistas Luciana Ramin e Gabriel Diaz Regañon. O programa musical envolve composições de Frederic Mompou (Catalunha), Domenico Scarlatti (Itália), Felix Mendelssohn (Alemanha) e Heitor Villa-Lobos (Brasil).

Entrada: Gratuita. Ingressos distribuídos na bilheteria a partir das 20h, no próprio dia. 386 lugares.

Ficha técnica: Piano: Luis Fernando Cirne; Dança: Júnior Lima; Direção e visuais: Luciana Ramin; Desenho de tecnologias visuais Gabriel Diaz Regañon Produção: Otávio Oscar; Realização: Festival Perfídia.

Duração: 40 minutos.

Classificação Indicativa: Livre.

 

21h40

Intervenção

Humalteridade

[Vanessa Cornélio | Asa de Borboleta Performance Art – São José do Rio Preto-SP]

Hall do Teatro Municipal

Sinopse: Humalteridade pesquisa as construções do corpo cênico performático, inserindo-o numa perspectiva da Alteridade. Quer provocar o espectador usando, como fio condutor, a noção da realidade do distinto, abordando o “estranho”, enquanto percorre a fronteira cartográfica corpórea.

Artista: O projeto Asa de Borboleta é fruto das inquietações e iniciativa da atriz/performer Vanessa Cornélio, destinado à pesquisa da Performance Art, e fortemente ligado às artes plásticas, arte e vida real, arte e psicologia, política e estética. O projeto quer servir de combustível à reflexão crítica dos elementos do cotidiano, velados ou não, a partir dessa experiência provocativa do corpo limitado pela dificuldade de locomoção.

Ficha técnica: Pesquisa/Performer: Vanessa Cornélio; Ass. Técnica: Cássio Henrique.

Duração: 20 minutos

Classificação Indicativa: Livre

 

23h

Festa de Abertura do Festival Perfídia

Barteliê

DJ Pedro Progresso aka #ExóticaDasArtes – DJ Residente do Festival Perfídia (São Paulo-SP) |DJ&VJ Lady Darling (São Paulo-SP) | DJ Harlen Felix (DJ residente do Barteliê)

Entrada: R$ 5.

Ingressos: Venda antecipada no Barteliê.

Entrada sujeita à lotação. 80 lugares.

Somente para maiores de 18 anos, obrigatória a apresentação de documento com foto.

 

[DJ Pedro Progresso aka #ExóticaDasArtes – DJ Residente do Festival Perfídia – São Paulo-SP]

Apresenta sua residência sonora entre atos durante o festival. Um percurso pós tropicalista pela canção brasileira e antropofágico na música do mundo.

 

[DJ & VJ Lady Darling – São Paulo-SP]

O duo Lady Darling, formado por Luciana Ramin e Otávio Oscar, mostra um recorte de músicas e imagens do universo tropical urbano sob a insurgência de cores e formas encontradas nos trópicos – e dos utópicos. Vai do sem freios da década de 1980 ao batecool que faz descer até o chão.

 

[DJ Harlen Félix – DJ residente do Barteliê – São José do Rio Preto-SP]

O jornalista, ator, agitador cultural e blogueiro passeia por diferentes gêneros e décadas da música popular brasileira. Variações sobre o pop, o rock, a disco e a indie.

 

 

SEXTA | 11 DE AGOSTO

 

#ocupaçãoPerfídia no Centro Cultural Vasco

 

13h

#perfidiaLAB _laboratórios criativos em arte e tecnologia

Dispositivo Sonoro-Visual G-BomB

[Gabriel Arroyo Gallardo – Quito-Equador]

Os participantes serão convidados a construir dispositivos sonoros-visuais através da prática do circuit bending e do uso do circuito integrado 40106, criando diagramas de conexão entre o 40106 e outros componentes eletrônicos (resistências, capacitores, diodos, jacks de saída) e suas interrelações.

Vagas: 15 pessoas

Inscrições: Não é necessário inscrição prévia, mas se o participante quiser reservar sua vaga, pedimos que envie email com o assunto “RESERVA #perfidiaLAB G-BomB” para festivalperfidia@gmail.com, com nome e idade.

Classificação: Livre

 

16h30

Palestra

Corpos Informáticos

[Bia Medeiros – Brasília-DF]

Trajetória do Corpos Informáticos (25 anos): uma prática permeada de conceitos que pensam arte e tecnologia, performance, composição urbana, videoarte, webarte. São conceitos que provém de filósofos, ou não, e são pensados pelo Corpos Informáticos com brasilidade, fuleragem, prónoia. Conceitos que “voluem” e dançam. Corpos Informáticos organiza desde 2010, anualmente, o evento Performance, Corpo, Política: www.performancecorpopolitica.net.

Bia Medeiros é performer, pesquisadora e professora da UnB (Universidade de Brasília). Pós-doutora em Filosofia no Collège International de Philosophie, Doutora em Arte e Ciências da Arte na Universidade Paris 1-Sorbonne. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos desde 1992 [www.corpos.org].

 

18h-22h

Lounge DJs + Videoinstalações

[A partir das 18h, não será permitida a entrada e permanência de menores de 18 anos no local. Necessária apresentação de documento com foto na entrada]

 

20h

METHAGONIA

[Gabriel Arroyo Galhardo – Quito-Equador]

Sinopse: Instalação performática que reflete sobre o corpo como um interface de conjuntos trans-realidades, através de methaspheres, onde o corpo dimensiona o espaço da experiência e os fenômenos sucessivos de inter-relações e interações com dispositivos de baixa tecnologia, tecnologias experimentais e tecnologias do erro.

Artista: Gabriel Arroyo é artista transdisciplinar. Sua produção passa por vários focos e eixos. Seu interesse é a des/encontro inútil de linguagens. Exposições individuais: “MIL DISCULPAS POR MI PRESENCIA” (2015) em Contemporary Art Flacso, Quito-Equador; “FADE” instalação de vídeo (2014) em Muro Líquido, Pereira-Colômbia; Série de performances “45 HORAS 5 DÍAS 5 PERFORMANCE” (2013), em Project Room (Arte Contemporânea); “labuta” (2013) em La Multinacional. Quito-Equador; “RUTILACINANCIA” (2012) em NoLugar, Quito-Equador. Participa, em níveis nacionais e internacionais, de residências, exposições, exposições coletivas, reuniões, festas, projetos. Mantém um projeto Mídia-Visual-Sonoro chamado “JCHY ///som-visual///”.

Ficha técnica: Criação e Performance: Gabriel Arroyo Galhardo

Duração: 40 minutos

Classificação Indicativa: 18 anos

 

21h

Perereca Brasil

[Thaiz Cantasini e Jaqueline Lourenço – Ouro Preto-MG]

Sinopse: O show-performance é uma apresentação dançante-sonora-debochada, anarcofeminista e político-performática da cantautora feminista goiana/mineira Thaiz Cantasini, com a participação especial da DJ Jaque Line (Ouro Preto/MG). Em seu repertório apresenta composições musicais que fez para espetáculos teatrais nos últimos 10 anos e performances onde experimenta espaços liminares e hibridismos entre o teatro, a música, tecnologia e feminismo(s), dialogando com questões do Brasil hoje.

Artista: Thaiz Cantasini é performer, militante feminista, artista educadora, poeta e cantautora. Atualmente conclui mestrado em Processos e Poéticas da Cena Contemporânea pesquisando performance e performatividade de gênero. É cantautora no Coletivo Minas da Voz – mulheres compositoras; co-criadora do coletivo NINFEIAS-Núcleo de Investigações Feministas e compositora-performer no projeto Caixa Preta – Anticorpos – Dança e Tecnologia.

Ficha técnica: Cantautora/Performer: Thaiz Cantasini; Dj/ Mixagem: Jaqueline Lourenço

Duração: 40 minutos

Classificação Indicativa: 18 anos

 

 

SÁBADO | 12 DE AGOSTO

 

10h

#perfidiaLAB _laboratórios criativos em arte e tecnologia

Teatro das Imagens

[Biarritzzz – Recife-PE]

SESC Rio Preto – Espaço Tecnologia e Artes

O teatro das imagens é o furo da tela, a abertura entre o que aparece e o que está por trás: o ao vivo, a imagem real simultânea com a virtual, a fusão do palco com a coxia, mais as possibilidades de transformação do que é visto. O laboratório aborda questões acerca da ferramenta como linguagem versus linguagem como estética, em cima do universo artístico das novas imagens em movimento (o GIF, a página na web, a interface de programas, a webcam, o glitch etc).

Duração: 3h

Vagas: 20 pessoas. Pede-se que cada participante leve um notebook, para baixar os programas e realizar o experimento. Entretanto, ter o notebook não é obrigatório, é possível realizar o experimento em duplas e trios.

Inscrições: Não é necessário inscrição prévia, mas se o participante quiser reservar sua vaga, pedimos que envie email com o assunto “RESERVA #perfidiaLAB Teatro de Imagens” para festivalperfidia@gmail.com, com nome e idade.

Classificação: Livre

 

11h

CURVA

[Beatriz Ri, Enzo Quinsan e Rodrigo Roman – São José dos Campos-SP/São Paulo-SP]

Praça Dom José Marcondes – Centro

Sinopse: Unindo linguagens da dança (butoh), música (eletrônica) e poesia (spoken word), os artistas se dispõem ao encontro com o ambiente e propõem a ressignificação deste, estabelecendo nova semântica a partir daquelas ações ali no concreto, nos passantes, no agora. Dos auto falantes ouve-se a paisagem sonora captada através de microfones dispostos na rua; mistura-se a essa paisagem frequências de síntese sonora a partir de aparatos tecnológicos diversos, criando terreno próprio para o desenvolvimento do diálogo com a dança e a poesia.

Artistas: Beatriz Ri (butoh), Enzo Quinsan (spoken word) e Rodrigo Roman (sonoridades) tem trajetórias díspares, porém uma busca comum: a desconstrução de paradigmas artísticos e/ou de criação em suas respectivas linguagens. Beatriz tem formação em linguagens teatrais e da dança, vivência como clown e aderecista cênica. Enzo é indie publisher, poeta e artista visual/gráfico. Rodrigo é sonoplasta, técnico de som, produtor e provocador cultural. Não pretendem-se um coletivo, mas aceitam a diferença e o encontro, entendendo a transitoriedade como algo que os une e os afasta, no entanto, como sendo aquilo que torna possível esta performance.

Entrada: A performance é realizada em espaço público.

Duração: 25 minutos

Ficha técnica: Beatriz Ri: Corpo Atuante (CA), Enzo Quinsan: Repetidor de Padrões Comunicativos (RPC) e Rodrigo Roman: Explorador de Formas Sonoras (EFS)

Classificação Indicativa: Livre

 

14-21h

FREQUÊNCIA A– USENTE 19Hz

[ExCompanhia de Teatro – São Paulo-SP]

Teatro Municipal

Sinopse: Um ator se prepara, há muito tempo, para levar à cena seu projeto mais importante: um monólogo inspirado em “A Náusea” de Jean-Paul Sartre. No entanto, na noite de estreia, ninguém aparece. Ele sai então sem rumo pelas ruas da cidade e se desmaterializa fisicamente, consumido pela falta de sentido em existir. Exatamente um ano depois ele reaparece para o público através de uma experiência imersiva – através de smartphones, áudio 3D e imagens digitais – levando todos a percorrerem os mesmos caminhos que traçou no fatídico dia de seu desaparecimento.

Artistas: A ExCompanhia de Teatro começa com um grupo de estudos, em 2012. Foi ali que um dos grandes dilemas das artes cênicas se colocou provocativo: questionar o teatro como um espaço de exibição. Problematizar a separação entre o palco propositor e a plateia passiva, desenvolvendo formatos e dinâmicas de cena que capturassem a essência do fazer teatral, mas que rompessem com a estética esperada e ainda assim, proporcionassem experiências ao vivo que explorassem as potências únicas do site specific. O uso de diferentes plataformas e linguagens, sempre com o objetivo de aumentar o poder de comunicação entre o contemporâneo, a obra de arte e o público, coloca a ExCompanhia num lugar de constante transformação e adaptação, um espaço que está insitrisicamente conectado às constantes mudanças tecnológicas, estéticas e sociais de nosso tempo.

Entrada: Gratuita. Sem retirada de ingressos.

Horário: Visitação livre entre 14h e 21h; intervalo entre 17h e 18h.

Duração total da experiência: 1h30 para cada pessoa.

Ficha técnica: Dramaturgia e direção: Bernardo Galegale e Gustavo Vaz; Ator: Gustavo Vaz; Produtor de Som: Gabriel Spinosa; Produção: ABGV SP Produções; Concepção: ExCompanhia de Teatro.

Classificação Indicativa: 16 anos

 

15h

#perfidiaLAB _laboratórios criativos em arte e tecnologia

Explodindo as normatividades do gozo: provocações ao prazer pré-fabricado

[Thaiz Cantasini – Ouro Preto-MG]

Casa de Cultura Dinorath do Vale

Uma proposta de experimento coletivo partindo das reverberações do Manifesto Contrassexual de Paul/Beatriz Preciado, de técnicas de percepção sonora e do uso de tecnologias, como uma provocação às normatividades do desejo.

Duração: 4h

Vagas: 20 pessoas.

Inscrições: Não é necessário inscrição prévia, mas se o participante quiser reservar sua vaga, pedimos que envie email com o assunto “RESERVA #perfidiaLAB Explodindo as normatividades do gozo” para festivalperfidia@gmail.com, com nome e idade.

Classificação Indicativa: 18 anos

 

18-22h

Lounge DJs e VJs; Inserts VJ Spetto; Insets Antropogif [Paulo Brazyl]; Videoinstalação interativa PIXO [Agrupamento Andar7]

Praça Cacilda Becker

 

VJ Spetto [São Paulo-SP]

VJ pioneiro no Brasil, especialista em VideoMapping, VJing, Video Performance e Instalações Interativas. Tem passagens no Brasil e no exterior dentro dos principais festivais de Arte Eletrônica. É considerado o mais influente e importante VJ do cenário nacional. Foi responsável pela criação de conteúdo e coordenação técnica do Videomapping da Cerimônia de Abertura das Olimpiadas 2016 no Rio de Janeiro. Junto com Pedro Zaz e Roger S. desenvolveram o software Blendy Dome VJ, utilizado para mapeamento e controle de projeção em Domos e superfícies esféricas. O software está presente em mais de 40 países, sendo que renomados institutos e planetários o utilizam, entre eles o MoMA SP1 em Nova York.

 

Antropogif

[Paulo Brazy – São Paulo-SPl]

Sinopse: O projeto ANTROPOGIF surgiu como proposta do artista de iniciar a produção de uma série de trabalhos alusivos a Semana de Arte Moderna de 22, mais especificamente ao Movimento Antropofágico.. Para cumprir a proposta de “transfiguração”, o artista optou pelo uso de um formato de mapeamento de imagem, o GIF criado na década de 1980 e que tem conquistado um número cada vez maior de adeptos pelo mundo, incluindo aristas visuais e transmídias.

Artista: Paulo Brazyl é fotógrafo e produtor cultural.

 

19h às 22h

Videoinstalação

Ensaio para o Exílio

[Jef Telles – São José do Rio Preto-SP]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: Duas cadeiras espelham. Esperam o tempo onde o relógio marca os versos. A poesia da esquerda confronta a prosa da direita, enquanto um abismo aproxima os dois exílios. As imagens da parede se dividem pra anunciar o motor da solidão: um deserto de vozes fatigadas. Castigadas. O todo é maior ou menor do que a soma das partes? Videoinstalação imagética e sonora, onde o público assiste a uma projeção multimídia e também interage por meio de fones de ouvido.

Artista: Jef Telles é videoartista, roteirista, ator e diretor teatral. Formado em Artes Dramáticas em São José do Rio Preto, graduado em Licenciatura em Letras e pós-graduado em Cinema e Vídeo, o artista multimídia trabalha com a fusão das linguagens teatrais e audiovisuais. É diretor-fundador do Agrupamento Núcleo 2.

Entrada: Instalalação realizada em espaço aberto

Duração: 9 minutos, reproduzidos em loop.

Ficha técnica: Videoinstalação: Jef Telles; Atuação: Marcelo Matos; Produção: Daniela Honório

Classificação Indicativa: Livre

 

20h

MISONEÍSMO

[Biarritzzz e Alberto Marques- Recife-PE]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: Num teatro-show ao vivo, composto por GIFs, assiste-se a uma história em três atos-músicas. X espectadorx entra no universo de um conto contado por imagens que se movem numa tela. A transmissão é hackeada. O terrorismo virtual está presente.

Artistas: biarritzzz é o avatarônimo de Bia Rodrigues. Mesclando linguagens (não-tão) diversas como publicidade, imagética de internet e imagens em movimento, a artista brinca com a fluidez, rapidez e efemeridade do mundo digitalizado. Alberto Marques é pianista/tecladista compositor, atualmente pesquisa repertórios pianísticos diversos, realizou alguns experimentos ao vivo e em estúdio com música eletrônica.

Entrada: Performance realizada em espaço aberto

Duração: 30 minutos

Ficha técnica: Performer e VJ: Beatriz Rodrigues; Música: Alberto Marques

Classificação Indicativa: Livre

 

21h

Distopia

[Coletivo Espectro – São Paulo-SP]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: “Distopia” propõe abordar os problemas da metrópole através de uma performance de criação conjunta áudio-visual produzida em tempo real, processo conhecido como live cinema. De maneira integrada e simultânea, objetos, sons, ruídos e música se fundem em um processo sinestésico de performance ao vivo, onde tudo o que for reproduzido no telão será feito na frente da câmera em tempo real, entendendo a câmera como instrumento integrante da música e participante da composição.

Artistas: O coletivo Espectro surgiu do encontro da cineasta Fernanda Fernandes, da musicista e produtora musical Carolina Perini, e da musicista e arquiteta Raquel Abdian, de seus respectivos ideais artísticos, e do anseio de trabalhar a multidisciplinaridade do espectro das artes visuais e sonoras de forma abrangente e integrada. A fim de explorar este universo, o coletivo passou a experimentar algumas possíveis vertentes da união destas expressões artísticas, e inicialmente trabalhando com o conceito de Live Cinema, desenvolveu performances audiovisuais trabalhando sobre reflexões dentro do contexto urbano em que está inserido.

Entrada: Performance realizada em espaço aberto

Duração: 30 minutos

Ficha técnica: Guitarra: Carolina Perini; Live Images: Fernanda Fernandes; Sintetizadores: Raquel Abdian Classificação Indicativa: Livre

 

23h

#cabaréPerfídia

[Animalia (São Paulo-SP) |DJ Pedro Progresso aka #ExóticaDasArtes (São Paulo-SP) |DJ&VJ Lady Darling (São Paulo-SP) | DJ Harlen Felix (DJ residente do Barteliê)]

Barteliê

Entrada: R$ 15.

Ingressos: Venda antecipada no Barteliê ou com a produção do Perfídia, durante as atividades do festival (somente em dinheiro). Contato: festivalperfídia@gmail.com

Entrada sujeita à lotação. 80 lugares.

Somente para maiores de 18 anos, obrigatória a apresentação de documento com foto.

 

[Animalia – São Paulo-SP]

Um experimento sensorial que consiste em diálogos entre imagem (projeção), som (djset) e live performance, dentre suas mais variadas vertentes (de corpo instalação à dança e contato improvisação). Dentro de uma estética e trabalho de corpo apocalípticos e eletrizantes, Animalia dissipa suas energias em pistas de dança, palcos e rua em São Paulo e outros estados, tendo o estranhamento, a desconstrução, a utopia e o movimento dos corpos como vieses principais para o convívio.

 

[DJ Pedro Progresso aka #ExóticaDasArtes – DJ Residente do Festival Perfídia – São Paulo-SP]

Apresenta sua residência sonora entre atos durante o festival. Um percurso pós tropicalista pela canção brasileira e antropofágico na música do mundo.

 

[DJ & VJ Lady Darling – São Paulo-SP]

O duo Lady Darling, formado por Luciana Ramin e Otávio Oscar, mostra um recorte de músicas e imagens do universo tropical urbano sob a insurgência de cores e formas encontradas nos trópicos – e dos utópicos. Vai do sem freios da década de 1980 ao batecool que faz descer até o chão.

 

[DJ Harlen Félix – DJ Residente do Barteliê – São José do Rio Preto-SP]

O jornalista, ator, agitador cultural e blogueiro passeia por diferentes gêneros e décadas da música popular brasileira. Variações sobre o pop, o rock, a disco e a indie. De Billy Idol a Sidney Magal, de Madonna a Rita Lee.

 

DOMINGO | 13 DE AGOSTO

 

15h

Palestra

Construção site specific e tecnologia: em busca de dramaturgias singulares

[Ex-Companhia de Teatro – São Paulo-SP]

Teatro Municipal

Sinopse: O diretor e dramaturgo Bernardo Galegale compartilha com o público a experiência de construção de dramaturgia em site specific e o uso das tecnologias digitais na ExCompanhia de Teatro, em suas quatro obras: “EU – Negociando Sentidos” (2012-2013, Brasil e Alemanha) , “Jornada” (2015, Brasil), ”Frequência Ausente 19Hz” (2015 a hoje, Brasil e Portugal) e “O Enigma Voynich” (2017, Brasil). A experiência vivenciada no Festival Perfídia norteará o debate, agora preenchido pelos novos significados revelados pela cidade de São José do Rio Preto.

Duração: 2h

Classificação Indicativa: Livre

 

16h

CURVA

[Beatriz Ri, Enzo Quinsan e Rodrigo Roman – São José dos Campos-SP/São Paulo-SP]

Parque da Represa – Lago 2

Sinopse: Unindo linguagens da dança (butoh), música (eletrônica) e poesia (spoken word), os artistas se dispõem ao encontro com o ambiente e propõem a ressignificação deste, estabelecendo nova semântica a partir daquelas ações ali no concreto, nos passantes, no agora. Dos auto falantes ouve-se a paisagem sonora captada através de microfones dispostos na rua; mistura-se a essa paisagem frequências de síntese sonora a partir de aparatos tecnológicos diversos, criando terreno próprio para o desenvolvimento do diálogo com a dança e a poesia.

Artistas: Beatriz Ri (butoh), Enzo Quinsan (spoken word) e Rodrigo Roman (sonoridades) tem trajetórias díspares, porém uma busca comum: a desconstrução de paradigmas artísticos e/ou de criação em suas respectivas linguagens. Beatriz tem formação em linguagens teatrais e da dança, vivência como clown e aderecista cênica. Enzo é indie publisher, poeta e artista visual/gráfico. Rodrigo é sonoplasta, técnico de som, produtor e provocador cultural. Não pretendem-se um coletivo, mas aceitam a diferença e o encontro, entendendo a transitoriedade como algo que os une e os afasta, no entanto, como sendo aquilo que torna possível esta performance.

Entrada: A performance é realizada em espaço público.

Duração: 25 minutos

Ficha técnica: Beatriz Ri: Corpo Atuante (CA), Enzo Quinsan: Repetidor de Padrões Comunicativos (RPC) e Rodrigo Roman: Explorador de Formas Sonoras (EFS)

Classificação Indicativa: Livre

 

17h

Palestra-performance

#Versa.com

[Rodrigo Munhoz aka Amor Experimental – São Paulo-SP]

Praça Cacilda Becker

Consiste na instauração de um ambiente onde o performancero compartilhará de uma série de processos borrados pela imprecisão, irregularidade, hackeamento, gambiarra, bem como outros modos necessários para…

Rodrigo Munhoz transita pela arte da performance, fotografia, vídeo e educação. Seus trabalhos tem circulado por muitos estados brasileiros, além de Colômbia, Equador, Venezuela, México, Portugal,Bangladesh e Sérvia. Nos últimos anos tem se dedicado a colaborar em rede, para o desenvolvimento de atividades que operam sob a perspectiva da (de)formação, preservação e difusão da arte da performance . É colaborador da estação de trabalho La Plataformance ,bem como do Lab Livre Performance.

Duração: 1h

 

18-22h

Lounge DJs; Inserts VJ Spetto; Videoinstalação interativa Qto vc ocupa? [Agrupamento Andar7]

Praça Cacilda Becker

 

19h

U(IN)versus

[Coletivo RE(C)organize + Mirella Brandi x Muepetmo – São Paulo-SP]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: Performance audiovisual que busca traduzir artisticamente, através de imagens e sons, a história da evolução dos efeitos visuais. Para isso, foi elaborada uma narrativa sobre a trajetória de uma personagem. A paisagem ao seu redor é demonstrada através da visão em primeira pessoa e o seu mundo interior e estado mental são expressos pela interferência de efeitos visuais. A narrativa é referenciada nos movimentos surrealistas e dadaístas. A parte musical e a roteirização contaram com a colaboração dos artistas Muepetmo e Mirella Brandi.

Artistas: Coletivo RE(C)organize – é um coletivo artístico formado entre as cidades de São Carlos e São Paulo em 2009. Opera na criação de soluções visuais e interativas através do videomapping e da interatividade. Formado pela videodesigner Fernanda Duarte e pelo designer de programação Rodrigo Rezende. |Mirella Brandi x Muepetmo é uma dupla de artistas multimídia dedicada ao trabalhos que envolvem a junção entre a sonoridade e a iluminação. Juntos, exploram através da imagem e do som, sua capacidade narrativa e de transformação perceptiva em instalações e performances imersivas.

Duração: 30 minutos

Ficha técnica: Concepção: Fernanda Duarte e Rodrigo Rezende; Produção de vídeos: Fernanda Duarte; Design de programação: Rodrigo Rezende; Roteirização: Fernanda Duarte e Rodrigo Rezende, com colaboração de Mirella Brandi; Paisagem Sonora: Muepetmo; Adaptação sonora: Muepetmo e Fernanda Duarte.

Classificação Indicativa: Livre

 

20h

Middle Tech

[Clássicos de Calçada – São Paulo-SP]

Praça Cacilda Becker

Sinopse: Performance em formato Live Electronic Audiovisual apresentada pelo dúo Clássicos de Calçada, cuja proposta performativa consiste em uma narrativa audiovisual não linear, baseada na interação estabelecida entre os artistas e os meios telemáticos para intercambiar informações em tempo real, a partir da manipulação e processamento de dados, de síntese sonora e criação visual. A performance em formato Live AV evoca a rua como princípio estético revelando de forma poética os acontecimentos macro e micro políticos através de registros realizados em caminhos cotidianos.

Artistas: Duo brasileiro de live eletronic influenciados pelo live cinema, glitch e dronne music, apresentam uma performance autoral centrada nas estruturas sonoras e visuais baseadas no erro e no urbano. O projeto já se apresentou em diversos festivais, mostras e festas tais como: Virada Cultural de São Paulo (2016/2017), Residência Artística rural_scapes 2016, 16o LPM Festival (Roma/2015), 7o International Art Festival INCUBARTE (Valencia/2015), 29o AVAV (São Paulo/2014), 12o e 13o Visual Brasil Festival (Barcelona/2015/2014), 2o Encuentro de Arte Sonoro y Exploración Audiovisual (DF, México/2014), 4o Hiperorgânicos (Rio de Janeiro/2014), The Wrong – New Digital Art Biennale (Valencia/2014), #11 ART (Brasilia/2013) e a open class do master oficial AVM/UPV (Valencia/2014).

Entrada: Performance realizada em espaço aberto

Duração: 40 minutos

Ficha técnica: Performers: Tatiana Travisani e DeCo Nascimento

Classificação Indicativa: Livre

 

 

MOSTRA DE VIDEOPERFORMANCES

 

Classificação Indicativa: 18 anos

 

Quinta, 10 de Agosto

Barteliê

Exibição entre 22h e 2h

 

Sexta, 11 de Agosto

Centro Cultural Vasco

Exibição entre 19h e 22h

 

Sábado e Domingo, 12 e 13 de Agosto

Casa de Cultura Dinorath do Vale

Exibição entre 19h e 22h

 

Sábado, 11 de Agosto

Barteliê

Exibição entre 23h e 3h

 

Pontos Terminais Emaranhados

[rc campos – Fortaleza – CE – Brasil]

Sinopse: Na rede global de infraestrutura de cabos submarinos, os pontos terminais são sítios precários, passivos de serem afetados por atores locais, pelo ambiente que os circunda ou por ameaças de segurança. O artista busca estabelecer um vínculo fenomenológico com esse ambiente de transição da infraestrutura dos cabos submarinos, partindo dos pontos terminais em Fortaleza (Brasil) para os pontos terminais em duas outras cidades com as quais está materialmente conectada e que se encontram em extremos opostos do Atlântico Sul Equatorial: Sangano (Angola) e Salgar (Colômbia).

Artista: rc campos é artista-pesquisador, experimentando com vídeo, performance e instalação e criando trabalhos inspirados por temas como arqueologia das mídias e das redes, etnografia sensorial, afetividades de deslocamento e infraestruturais.

Ficha técnica: Performance, imagens e edição: rc campos; Ass. de produção: xeyletix

Duração: 9 minutos

 

MOONOVOSOL II

[coletivo STAR – São Paulo-SP]

Sinopse: Dois seres não identificados exploram mundos internos e externos, absorvendo imagens, refletindo, refratando e retransmitindo vias de exploração. Percebem e investigam campos de percepção, seus movimentos meticulosos os aproximam do mundo em sua volta dentro de ondas sucessivas de captura e libertação de uma indeterminação iluminada.

Artista: Fundado em 2012, pela artista visual Adriana Tabalipa e pelo cineasta e artista visual Roderick Steel, o coletivo tem como foco principal desenvolver trabalhos de performances-rito, foto-performances e filmes experimentais. Seus trabalhos aludem a processos de Arte-vida. Energia, afeto, reflexão e transcendência geralmente fazem parte de suas proposições que manifestam potências poéticas no território da Arte.

Ficha técnica: Performance: Adriana Tabalipa & Roderick Steel; Fotografia: Andreia Vigo & Roderick Steel; Som: Giancarlo Lorenci

Duração: 12 minutos

 

MARIA III

[Cristiano Sousa + O Anti Balé – Goiânia-GO]

Sinopse: Série de videoarte experimental com o artista e performer goiano Marcos Maria Branquinho.

Artistas: Cristiano Sousa é diretor e produtor audiovisual, realizou diversos cursos de formação em cinema em instituições como Casa de Cinema Rosa Berardo, Icumam e outros, com histórico de produção de DVD musicais, videoarte, produções teatrais, videoclipes e curta metragens onde atua também como roteirista e diretor / O Anti Balé, criado por Marcos Maria Branquinho, pesquisa uma arte onde desapareça narração, figuração e fábula, pela impossibilidade de fornecer sentido e síntese. Seus elementos formais seriam: fragmentação, deformação, subversão, transgressão, descontinuidade, não-textualidade, plurimedialidade e anulação de fronteiras entre linguagens.

Ficha técnica: Produção: Cristiano Sousa; Performance: Marcos Maria Branquinho

Duração: 2 minutos e meio

 

PORN TECH

[Julha Franz – Porto Alegre-RS]

Sinopse: PORN como símbolo das relações atuais. TECH como a virtualização das relações, do contato. Nós usamos a tecnologia ou ela nos usa?

Artista: Julha Franz é uma artista sensorial de Porto Alegre. Estudou Artes combinadas na UBA (Buenos Aires) e segue sua pesquisa empírica com vídeo, performance e novas tecnologias. Seu trabalho questiona as questões de gênero e sexualidade impostas pela sociedade.

Ficha técnica: Performance, filmagem e edição: Julha Franz

Duração: 4 minutos

 

estudo 3: salobro | contaminações sobre o rio

[Cristiana Nogueira – Macapá-AP]

Sinopse: estudo 3: salobro | contaminações sobre o rio faz parte de uma série de trabalhos que discutem a contaminação das águas de rios e mares por elementos naturais ou artificiais. Através da inserção do corpo na paisagem contaminada é criado um contraste entre a beleza da paisagem e a contaminação que se esconde nas águas.

Artista: Cristiana Nogueira é licenciada em Educação Artística e mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ. Participou de exposições e residências, sendo o mais recente Festival La Plataformance. Organiza o festival Corpus Urbis e coordena o projeto Performance na Praça. É professora do Curso de Artes Visuais da Unifap. Tem interesse na relação entre imagem, performance e intervenção urbana. Natural do Rio de Janeiro-RJ, mas atualmente vive e trabalha em Macapá-AP.

Ficha técnica: Imagens: Wellington Dias; Edição: Mariana Katona Leal; Colaboração: Alelson Santos, Ellias dos Anjos, José Amanajás e David Lucas.

Duração: 5 minutos

 

Contemplação

[Van Jesus – São Paulo-SP]

Sinopse: Ação de contemplar, olhar, observar com atenção. Ver, admirar com o pensamento, imaginar, supor. Meditação profunda e contemplativa. Em busca de entender as cidades, suas formas e construções. A artista, olha observa com atenção e medita profundamente no meio da BR 116, a Rio-Bahia, estrada que liga e corta o Rio e a Bahia, estrada que parte uma cidade em dois, que divide, que difere que se diferencia.

Artista: Van Jesus é artista brasileira que percorre pelas ruas da América Latina com suas performances e intervenções. Movida por compartir encontros, momentos, vivências e intercambiar conhecimentos, É uma entusiasta de Festivais de Arte. Criadora e colaboradora de festivais pelo Brasil, Paraguai, México, Argentina e Peru.

Ficha técnica: Performance: Van Jesus

Duração: 2 minutos e meio

 

Tupinikuirs

[Jeffe Grochovs – Curitiba-PR]

Sinopse: Celebração dissidente, repleta de corpos-políticos empoderados e empoderadores, discursando através de performance e deslocamentos performativos, em um encontro freak e casual.

Artista: Jeffe Grochovs é uma bixa em deslocamento, com formação em cinema pela Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba. Cidade onde reside e também estudou Gênero e Biopolítica (PPGE-UFPR). Em sua pesquisa e prática artística, vem tencionando performance (e)m audiovisual, mesclando linguagens e dissolvendo gêneros. Em suas proposições, costuma trabalhar em parcerias com diversxs artistas, discursando sobre desidentidades, pós-pornografia, pirataria, à partir de performance e(m) cinema.

Ficha técnica: Roteiro e direção: Jeffe Grochovs; Assistência de direção: Camila Macedo; Produção: Kariny F. Martins; Fotografia: Jessica Candal Sato e Elisa Ratts; Edição: Junior Cândido; Assistência de edição: Eduardo Savella; Iluminação: Elisa Ratts e Mariana Maximino; Arte: Renan de Cillo; Karen Matias e Kariny F. Martins; Produção de set: Karen Matias e Kariny F. Martins; Som direto: Nicholas Novak e Luque Diaz; Pós de som: Lorenzo Molossi; Maquiagem: Amali Mussi; Logo: Ko Mistinguett; GORDURA TRANS*: Miro Spinelli e Ricardo Nolasco; LÉSBICA FUTURISTA: Larissa Marques, Mariana Ferraz, Lui Castanho, Sabrina Souza, Ligia Maria Durski, Hiromi Suzuki, Hudson Bruno, Adara Garbuglio e Bianca Amante; MEU CORPO7853: Lui Castanho; ETRUSKA E A BANANA: Stefano Belo, Jo Mistinguett, Yasmine Matusita e Luciano Faccini.

Duração: 17 minutos

 

VANITAS

[Vinícius Cardoso + Irupé Sarmiento e Vera Valdez- São Paulo-SP]

Sinopse: No inferno de Bosch, ela foi condenada a olhar para seu próprio reflexo. Para sempre. Condenada pela sua vaidade, ela é vaidade. São duas, mas uma só. Espírito que vagueia pela escuridão do Jardim das Delícias. Ela se vê no espelho, jovem e velha. Ela é espelho. No reflexo agarra-se ao seu corpo morto, à juventude passada no desespero da beleza. Ela vive a precariedade efêmera dos prazeres mundanos, o vazio das ostentações vaidosas da humanidade, o engano pelo apego excessivo pelas riquezas materiais de que se rodeia; e a realidade ameaçadora do triunfo final da morte. O fim da beleza. O belo que encontra seu ápice na fim. A morte. A direção certa ao não-ser. Caminho de barro, pó e cinza.

Artista: Vinicius Cardoso é jornalista e diretor audiovisual. Em 2016, lançou a obra de videodança “Antropófagos”, registrado na Oca, de Oscar Niemeyer. Assim como o filme “Árvore do Esquecimento”, uma coreografia de Jorge Garcia para o Balé da Cidade de São Paulo. Em 2015, dirigiu o registro híbrido de vídeodança e documentário do Museu Dançante, projeto baseado na residência artística da São Paulo Companhia de Dança no MAM-SP. Em 2014, desenvolveu a série de vídeodança “Whoniverse”, com as obras “Crushing Weight” e “Conspiratory Visions of Blue” que entrou em mais de 25 festivais ao redor do mundo. Dirigiu o site-specific “Contorno” somando projeções de vídeo à performance para a Virada Cultural 2014 de São Paulo.

Duração: 6 minutos e meio

 

Interlúdio Percussivo #1 e #2

[Victor Galvão + Laura Gonzaga – Belo Horizonte-MG]

Sinopse: A performance musical cria uma temporalidade expandida, em que não existem subdivisões: as ‘Gymnopédies’, de Erik Satie, são executadas livremente, sem preocupação com referências ou proporções no tempo musical. A sexualidade que envolve a performance é também expandida para a sua definição mais ampla, e também procura se livrar de referências externas acerca de passividade e atividade, começo e fim.

Artista: Victor Galvão é artista visual graduado pela Escola de Belas Artes da UFMG e trabalha com as conformações do espaço urbano derivadas da ideologia moderna do progresso. Seus projetos lidam com questões relacionadas ao esquecimento inerente no tempo histórico e a instabilidade entrópica do mundo material. Seus arquivos de imagens operam pela potência limítrofe entre ficção e documento, em narrativas que atravessam da escala de pequenos eventos da biografia de personagens anônimos a processos políticos complexos, se pautando pela distância e ruído que inevitavelmente se inscrevem no tempo

Ficha técnica: Performers: Victor Galvão e Laura Gonzaga

Duração: #1- 5minutos / #2 – 7 minutos

 

Jornada Transcendental

[Chaiss + Linn da Quebrada]

Sinopse: Primeiro videoclipe de “Charas” o novo álbum do Chaiss.

Artistas: O projeto Chaiss teve início em 2009 com o duo Fábio de Albuquerque e Rob Ashtoffen. Em 2015 lançaram o álbum “Aʄroδιsια” pelo selo 180 (Rio Grande do Sul) em formação de quinteto. Atualmente se apresentam como Chaiss Quarteto com a presença do guitarrista Eder Martins e Vinícius Chagas no saxofone. / Linn da Quebrada é bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero.

Ficha Técnica: Performance: Linn da Quebrada; Câmeras: Fernando Santos, Leonardo Souza, Rui Alves (Cinefoto Colapso); Mapping/Projeção: Luciana Ramin- Agrupamento Andar7; Edição e Finalização: Cinefoto Colapso; Locação: Sub Galeria-SP.

Duração: 3 minutos e meio

 

Sobre os Trilhos

[Junior Lima + Michael Rodrigues – São José do Rio Preto-SP]

Sinopse: Ocupar a cidade, dançar o espaço urbano e registrar a troca simultânea entre o corpo e o ambiente. É sobre idas e vindas, sobre escolhas, tempos e trajetórias.

Artistas: Júnior Lima é membro do Agrupamento Andar 7, graduando em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP e pesquisa a hibridização das linguagens cênicas.

Ficha Técnica: Concepção e e performance: Junior Lima; Edição: Michael Rodrigues

Duração: 2 minutos e meio

 

SERVIÇO

 

PERFÍDIA – Festival de Performance e Novas Mídias

De 10 a 13 de agosto de 2017

Teatro Municipal | Praça Cacilda Becker | Casa de Cultura Dinorath do Vale | Centro Cultural Vasco | Barteliê

São José do Rio Preto (SP)

Realização: Agrupamento Andar7

Direção Artística e Curadoria: Luciana Ramin

Direção de Produção e Curadoria: Otávio Oscar

Patrocínio: CAIXA

Parceria: Secretaria Municipal de Cultura de São José do Rio Preto, Centro Cultural Vasco e Barteliê

 

Site: www.plataformaperfidia.com

Facebook: https://www.facebook.com/plataformaperfidia/

Instagram: https://www.instagram.com/plataformaperfidia/

 

Sobre o Agrupamento Andar 7

Criado em 2008, o coletivo multimídia é fruto de um processo de pesquisa estética e conceitual em performance, teatro, cinema e artes visuais, sempre em diálogo com as tecnologias digitais. O Andar 7 já participou de diversas mostras nacionais e internacionais, além de ter um trabalho voltado para atividades formativas em arte e tecnologia (www.andar7.com).

 

ENDEREÇOS

 

TEATRO MUNICIPAL

Av. Brg. Faria Lima, 5381 – Chácara Municipal – CEP 15090-000

 

CASA DE CULTURA DINORATH DO VALE

Rua Antônio de Godoy, 120 – Chácara Municipal – CEP 15015-100

 

PRAÇA CACILDA BECKER

Praça Cacilda Becker s/nº Chácara Municipal – CEP 15090-005

 

CENTRO CULTURAL VASCO

R. São João, 1840 – Boa Vista – CEP 15025-025

 

BARTELIÊ

R. Três Fronteiras, 2695 – Eldorado – CEP 15043-070

 

SESC RIO PRETO

Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 – Chácara Municipal – CEP 15090-190

 

 

Artigo anteriorDenise Cursino recebe convidados na Santa Feijuka
Próximo artigoCantor e humorista Moacir Franco retorna a Rio Preto em show beneficente
Sou jornalista com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. No início da década de 80 atuei no Rádio e no jornal impresso. Como a curiosidade é a alma do bom jornalista, troquei Rio Preto pela mochila. Morei em Berlim, quando esta ainda era ladeado pelo muro, colhi uva nos campos franceses e vivi em Paris. Depois de viajar pela Europa fui morar em um Kibbutz onde conheci meu primeiro marido, um britânico. Na Inglaterra formei-me em catering pelo Southgate Technical College. De volta ao Brasil, fui ser agricultora orgânica e passei a assinar uma coluna sobre alimentação no Diário da Região. Em 99 nasceu a “Talk Club Assessoria”, uma das primeiras agências de assessoria de imprensa de Rio Preto. Durante uma década a empresa atendeu grandes clientes. Acompanhando o mercado a “Talk Club” se transformou em uma produtora de vídeo, e tem como sócio o cinegrafista e diretor de arte Luis Soares, meu atual marido. Em outubro 2007, criamos o primeiro programa de TV o “ Maturidade Feliz” Programa este que alcançou nível nacional, em 2010, na Rede Vida de Televisão. No final de novembro de 2010 surgiu o “ Malu Rodrigues Visita”, um programa de jornalismo social.