Ciclovia com quatro quilômetros na Bady Bassitt vai garantir maior mobilidade

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A construção de uma ciclovia em toda a extensão da avenida Bady Bassitt segue em ritmo acelerado. Depois de concluída ela vai permitir a interligação das avenidas Philadelpho Gouveia Neto e Juscelino Kubitscheck. Vai  possibilitar, ainda,  o acesso ininterrupto ao bicicletário do novo Terminal Urbano, na Praça Cívica.

Serão quatro quilômetros de vias exclusivas que ocuparão parte do canteiro central da avenida Bady Bassitt, nos dois sentidos. A ciclovia inicia na avenida Philadelpho, junto ao Jordão Reis, e termina na avenida Juscelino, na altura da Rua Francisco Antônio dos Santos, próximo ao supermercado Mufatto.

O serviço foi iniciado no dia 27 de abril e tem prazo de conclusão para 24 de setembro. A empresa vencedora da licitação é a Constroeste.

O valor total da obra é R$ 1,9 milhões.

O projeto elaborado pela Secretaria Municipal de Obras prevê dois tipos de pavimento ao longo da ciclovia, sendo um rígido em concreto e outro de pavimento flexível, em revestimento asfáltico. Será feita toda a pintura da pista para facilitar a identificação aos usuários.

Na avenida Philadelpho Gouveia Neto já foi feita a instalação de gradis separando a área para ciclistas do fluxo de veículos e passarela metálica sobre o rio Preto junto à Rua General Glicério. O mesmo serviço está sendo executado no momento em trechos da avenida Bady Bassitt, com a instalação dos gradis.

Futuramente novas obras e serviços serão necessários para a interligação das ciclovias já existentes, além de reformas e intervenções pontuais.

Algumas delas são:

– Interligação do Novo Terminal às ciclovias existentes do Lago III e da Av. Chosso Okanobo;

– Complementação da sinalização da ciclovia da rua João Mesquita, entre as Av. Ernani Pires Domingues e Cenobelino de Barros Serra;

– Complementação da sinalização da ciclovia da Av. Ernani Pires Domingues, entre a rua João Mesquita e o Complexo Viário Yolanda Bassit.

 

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Sou jornalista com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. No início da década de 80 atuei no Rádio e no jornal impresso. Como a curiosidade é a alma do bom jornalista, troquei Rio Preto pela mochila. Morei em Berlim, quando esta ainda era ladeado pelo muro, colhi uva nos campos franceses e vivi em Paris. Depois de viajar pela Europa fui morar em um Kibbutz onde conheci meu primeiro marido, um britânico. Na Inglaterra formei-me em catering pelo Southgate Technical College. De volta ao Brasil, fui ser agricultora orgânica e passei a assinar uma coluna sobre alimentação no Diário da Região. Em 99 nasceu a “Talk Club Assessoria”, uma das primeiras agências de assessoria de imprensa de Rio Preto. Durante uma década a empresa atendeu grandes clientes. Acompanhando o mercado a “Talk Club” se transformou em uma produtora de vídeo, e tem como sócio o cinegrafista e diretor de arte Luis Soares, meu atual marido. Em outubro 2007, criamos o primeiro programa de TV o “ Maturidade Feliz” Programa este que alcançou nível nacional, em 2010, na Rede Vida de Televisão. No final de novembro de 2010 surgiu o “ Malu Rodrigues Visita”, um programa de jornalismo social.