Cursos técnicos tornam a entrada no mercado mais rápida

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É início de ano, hora de traçar metas. Muitas escolhem o que vão estudar. Decisão difícil.   Atravessamos uma fase de transformação econômica.

Há algum tempo os pais queriam que os filhos estudassem direito. Depois todos queriam ter um filho médico.

Minha mãe enchia a boca para falar que tinha uma filha médica e um filho juiz. Nunca se lembrava de mim, mas nunca me importei. Juro!

Quando minha filha mais velha terminou o ginásio e começou o colegial, matriculei-a em um curso técnico de informática. Primeiro ela reclamou, depois amou claro. Terminou o colegial pronta para enfrentar o mercado de trabalho.

Na minha época terminávamos o colegial prontos, sabíamos escrever e ler. Aprendíamos coisas práticas de contabilidade. Hoje o adolescente termina o colegial e não está nem alfabetizado. Não é exagero, é verdade.

As empresas garantem que existem vagas, porém faltam candidatos qualificados. O que na verdade falta, são candidatos que preencham as vagas técnicas nas empresas.

Em média, os cursos técnicos possuem duração de dois anos, e os alunos, normalmente, tem mais facilidade para obter uma vaga de estágio dentro de sua área de atuação. Quando o estudante termina o curso, na maioria das vezes, já sai empregado.

“Sem dúvidas quem engrena em um curso técnico, sai na frente até mesmo de quem possui graduação. Hoje o mercado exige técnicas, e profissionalização. E é isso que buscamos oferecer aos nossos alunos”, explica José Reinaldo Teixeira de Carvalho, proprietário e fundador da Tecmed.

Fica a dica!

www.grupotecmed.com.br

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Sou jornalista com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. No início da década de 80 atuei no Rádio e no jornal impresso. Como a curiosidade é a alma do bom jornalista, troquei Rio Preto pela mochila. Morei em Berlim, quando esta ainda era ladeado pelo muro, colhi uva nos campos franceses e vivi em Paris. Depois de viajar pela Europa fui morar em um Kibbutz onde conheci meu primeiro marido, um britânico. Na Inglaterra formei-me em catering pelo Southgate Technical College. De volta ao Brasil, fui ser agricultora orgânica e passei a assinar uma coluna sobre alimentação no Diário da Região. Em 99 nasceu a “Talk Club Assessoria”, uma das primeiras agências de assessoria de imprensa de Rio Preto. Durante uma década a empresa atendeu grandes clientes. Acompanhando o mercado a “Talk Club” se transformou em uma produtora de vídeo, e tem como sócio o cinegrafista e diretor de arte Luis Soares, meu atual marido. Em outubro 2007, criamos o primeiro programa de TV o “ Maturidade Feliz” Programa este que alcançou nível nacional, em 2010, na Rede Vida de Televisão. No final de novembro de 2010 surgiu o “ Malu Rodrigues Visita”, um programa de jornalismo social.